Filme “Meu Nome É Gal” chega aos cinemas brasileiros

A narrativa destaca a ascensão de Gal e sua coragem durante o movimento tropicalista, em um período histórico marcado pela ditadura e conservadorismo.

A narrativa destaca a ascensão de Gal e sua coragem durante o movimento tropicalista, em um período histórico marcado pela ditadura e conservadorismo.

“É preciso estar atento e forte. Não temos medo de temer a morte.” Essas são as palavras entoadas por Gal na icônica música “Divino Maravilhoso,” composta por Caetano Veloso e Gilberto Gil, presente no álbum de estreia de Gal Costa, lançado em 1969. Essa mensagem de resistência proclamada por Gal continua a ecoar na consciência coletiva até os dias de hoje. Agora, para eternizar a luz, música e história de Gal Costa, parte de sua trajetória ganha vida nas telas dos cinemas brasileiros a partir de quinta-feira, 12 de outubro, com o lançamento de “Meu Nome É Gal.”

Este longa-metragem, estrelado por Sophie Charlotte (@sophiecharlotte1), foi dirigido por Dandara Ferreira (@dandaraferreira) e Lô Politi (@lo_politi_). A obra narra a jornada da musa da Música Popular Brasileira, desde sua infância como a pequena Maria Graça até sua transformação em Gal, quando decide mudar-se de Salvador para o Rio de Janeiro na década de 1960, juntamente com seus amigos Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha. Essa decisão marca o início de sua carreira como cantora e a sua participação no movimento tropicalista, um período em que o Brasil vivia sob a sombra da ditadura.

O filme destaca como a tímida jovem baiana se tornou uma força através da arte e do seu comprometimento político na luta contra a violência e repressão da época, tornando-se um ícone na música brasileira e uma referência para toda uma geração de mulheres e artistas. Grandes sucessos do seu repertório, como “Baby,” “Divino Maravilhoso,” “Eu Vim da Bahia,” “Alegria, Alegria,” “Coração Vagabundo,” “Mamãe,” “Coragem,” “Vaca Profana,” “Festa do Interior,” entre outras canções, compõem a trilha sonora do filme.

Fonte: https://vogue.globo.com/cultura/noticia/2023/10/meu-nome-e-gal-filme.ghtml

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